Uma
palavra de gratidão aos leitores
Chegamos ao final desta série.
Não como quem encerra um assunto, mas como quem conclui uma etapa de caminhada.
Ao longo destes textos, refletimos juntos
sobre uma verdade profunda e, por vezes, sensível:
Deus nos perdoa e restaura… porém, ficam as cicatrizes.
Falamos de
perdão, de restauração, de erros, de injustiças e de marcas que permanecem.
Mas, acima de tudo, falamos da graça que sustenta, do Deus que não
abandona e do cuidado que se revela mesmo nos capítulos difíceis da história.
Quero
agradecer a você que leu, refletiu, compartilhou, comentou — e também a você
que leu em silêncio, com o coração aberto, talvez reconhecendo suas próprias
marcas ao longo do caminho.
Escrever esta série não foi apenas um
exercício teológico ou pastoral.
Foi, para mim, um ato de fé, escuta e aprendizado.
Enquanto escrevia, também fui lembrado de que todos nós caminhamos com
cicatrizes —
e que nenhuma delas precisa ser motivo de vergonha quando tocada pela graça de
Deus.
Se estes textos trouxeram consolo, clareza ou
esperança, dou graças a Deus.
Se despertaram perguntas, reflexões ou processos internos, que o Senhor conduza
cada leitor com paciência e cuidado.
Minha oração é que você siga adiante:
- sem
negar sua história
- sem
carregar culpas que Deus já removeu
- sem
permitir que cicatrizes definam quem você é
Que elas
sejam, no tempo certo, memoriais da graça, sinais de amadurecimento e,
quem sabe, testemunho para outros que ainda estão no caminho.
Obrigado por caminhar comigo nesta série.
Seguimos juntos, aprendendo, crescendo e confiando naquele que restaura sem
apagar a história.
Com gratidão fraterna,
Pr. Jorge R. Lisboa